QUEBRA-MAR
DO REGGAE
16 de fevereiro,
2006
Quebrando tudo!!
O fim de semana Urcasônico
foi assim, uma quebradeira...
Na Sexta-feira, chegamos ao
Quebra Mar do Reggae e deparamos com um quebra-quebra digno de
arrastão ou maracanã. Um show a parte, que poderia
ter acontecido pela disputa dos 50 ingressos vendidos... mas não,
era quebra pau de marido e mulher mesmo.
Lá dentro, no pico que
facilmente comportariam 800 pessoas, estavam Banzai, Sylvia, Chicodub,
Maira, Mike, Hello, Vitor, Rafael, Nieta e mais um time de forrozeiro
de tirar o chapéu. A banda que abriu a noite, uma verdadeira
pérola baiana, estava mais para sarau de colégio
do que qualquer outra coisa. Perfeitamente ensaiados e afinados
a banda desperdiçava todo o seu potencial amargurando hits
do Rappa e Bob Marley... E de tempos em tempos soltava um shotzinho
de autoria própria.
Não fossem as dezenas
de "energéticos" consumidos, ia faltar tranqüilidade
para ir até o final. Mas como não tem tempo ruim
pro USS, agüentamos firmes e lá por volta das 02:00
da matina invadimos o palco no meio do que seria a "última
música pela sexta vez".
Quebrando o tabu, iniciamos nosso
set para os highlanders (que não iam embora de jeito nenhum)
exigindo que a pista ainda ficasse acesa por uma hora e meia.
Chicodub impecável com sua seleção tomou
conta das MK II enquanto Banzai convencia os poucos que ali estavam
a subir ao palco e fazer a private mais haole da barra. Realmente,
aquele lugar é muito lok.
Não podemos deixar de
parabenizar o Fernando Costa que deu a força e tá
fazendo de tudo pro lugar acontecer. Vem um monte de outros headlines
por aí, aguardem!
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Na saída, Chicodub e Maira Guarabyra
confabularam, confabularam e acabaram levando o crew para Guanabara...
Que logo virou Pizzaria Guanabyra!!!! Melhor que qualquer tune de dancehall,
nossa pizza mezzo provençal, mezzo gorgonzola com rúcula
deu um show. Àquela altura da quebra de sigilo, as colheres, ou
melhor os talheres, se misturavam soltando faísca para todo lado.Também
com tanto energético...
Mais que respect aos guerreiros que não
se intimidaram com a vibe nasty da night e não deixaram a peteca
cair. Consideração ao Fernando Costa. Warrior total!
Depois de quatro horas de sono, acordamos
e fomos direto para o posto 10 onde discotecamos por duas horas e meia
debaixo de um sol que se somarmos os headphones, chegava à nossa
percepção valendo uns 60 graus. A expectativa pelo show
dos Stones não funcionou e ninguém saiu da praia. Urcasônica
definitivamente aprendeu a dominar a vibe das areias e ficou difícil
parar de tocar. TODOS os discos que o crew levou, tocou. Teve live session
do Lascando em Banda e milhares de mergulhos. Big Up pro Bema do Madame
Machado que defende o projeto. Para quebrar o clima, praia fechada, muito
trânsito e a volta para casa foi via JB, mas com direito a paradinha
no BiBi para quebrar o jejum.
No Domingo, rolou churragga com o crew-cabuloso
e mais toda a molecada local. Praia da Urca, style roots total.
Essa corrente ninguém quebra.
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